domingo, 17 de dezembro de 2017

COMO FAZER TEXTOS

Tiago Brunet - Como escrever - montar escopo - qual editora visitar.
Algumas situações de aprendizagem de acordo com Almeida(2009):
*Estrutura textual: é a atividade que garantirá o desenvolvimento da noção de texto;
*Transcrição : é a atividade na qual o professor escreve enquanto os alunos ditam;
*Editoração: ocorre depois da transcrição. É uma atividade onde o aluno ou o conjunto de alunos decidem quais elementos devem fazer parte do texto;
*Retextualização: tem o mesmo sentido de reescrita;
*Intervenção: é a prática efetiva do professor.
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Problemas de ordem linguística: ortográfico, morfológico, lexial, sintático.
Problemas de ordem textual: coesão coerência.
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Para construir o sentido do texto, o leitor ou o escritor devem ligar entre si todos os tipos de índices percebidos(contexto, tipo de texto, léxico, atributos gramaticais significativos,, palavras, letras , etc) e elaborar a partir deles um conjunto coerente, que tenha sentido e que responda à finalidade de seu projeto e ao que nele está em jogo (Jolibert; Straiki 2008).
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Gênero Textual : é uma função social e pode sofrer mudanças(bula, historias, receitas, cartas, textos...) 
Tipologia Textual é: narração ,descrição ,dissertação,dissertação exposição,dissertação argumentação ,injunção instrucional,predição ,dialogal convencional . As duas estão em nosso dia a dia uma acompanhando a outra. ------    O Gênero Textual é o nome que se dá às diferentes formas de linguagem empregadas nos textos. Tipologia textual são as classificações mais clássicas de um texto: A narração, a descrição e a dissertação. Hoje já se admite também a exposição e a injunção. Ao todo são 5 (cinco) tipos textuais.
--A abordagem de categorias gramaticais (fonéticas/fonológicas, morfológicas, sintáticas, morfossintáticas) e de convenções da escrita (concordância, regência, ortografia, pontuação, acentuação etc.) deve vir a serviço da compreensão oral e escrita e da produção oral e escrita, e não o contrário. Dessa forma, a criança deve aprender e dominar o sistema linguístico (formal e informal) para compreender os textos (práticas sociais) em suas diversas modalidades.
GRAMÁTICA
-Regra gramatical (especificidades do sistema lingüístico em seus usos – as regras do texto escrito). Entende-se por regras gramaticais as especificidades do sistema linguístico em seus usos. Regras não existem apenas para regular o uso culto da língua, ao contrário, todos os usos da língua são submetidos à aplicação de regras.
Tipos de gramática:
1.                   Gramática Normativa É aquela que busca a padronização da língua, estabelecendo as normas do falar e escrever corretamente. Costuma ser utilizada em sala de aula e em livros didáticos. 2. Gramática Descritiva Prioriza a descrição dos fatos da língua, com o objetivo de investigá-los e não de estabelecer o que é certo ou errado. Enfatiza o uso oral da língua e suas variações.
2.         3. Gramática Internalizada Essa concepção percebe a gramática como o conjunto das regras que o falante de fato aprendeu e das quais lança mão ao falar. Surge da construção progressiva de hipóteses sobre o que seja a linguagem e de seus princípios e regras.
--Variação Línguística  -  Os vários usos da língua falada, conforme cada região, época, classe social.
Modalidades de variação linguística (Camacho 1988)  -  Variação histórica – consiste em duas grandes variantes: a forma substituta e a forma substituída. Antigamente Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. Carlos Drummond de Andrade.
Variação geográfica (fonética) – é a maneira particular de cada região de pronunciar sons, utilizar determinadas construções e aplicar o vocabulário.
Variação geográfica (Lexical): diferença de vocabulário conforme a região . Exemplos: 1. Curitiba: penal = estojo para guardar lápis e canetas. 2. Nordeste: cheiro = carinho feito em alguém; em outras regiões: beijinho. 3. Norte/ Nordeste: macaxeira; o mesmo que mandioca ou aipim.
Variação geográfica (Sintática): diferença na estrutura da frase conforme a região. Exemplos: 1. Maranhão, Espírito Santo e Rio Grande do Sul: Tu já estudaste química? 2. Na maioria dos outros estados: Você já estudou química?
Variação social – é a semelhança entre os diversos falantes de um mesmo grupo. Alguns dos fatores dessa variação são: o grau de educação, a idade, o sexo, o poder econômico, entre outros.
ANÁLISE LINGUÍSTICA
No ciclo de alfabetização, ganha destaque a compreensão e o domínio do sistema alfabético/ortográfico. À medida que se avança na escolaridade, a reflexão sobre os recursos linguísticos vai se aprofundando: a) a reflexão acerca da materialidade do texto (seleção lexical, recursos morfossintáticos, sinais gráficos, diagramação, dentre outros aspectos); b) a apropriação de estratégias de exploração dos elementos constitutivos da textualidade (unidade e progressão temática, articulação entre partes, modos de composição tipológica, intertextualidade e polifonia, argumentatividade, planos enunciativos, relações entre recursos de coesão e coerência, dentre outros).
O GRANDE LINGUISTA BRASILEIRO, Mattoso Câmara Jr a gramática normativa não se anula diante  descrita. É um erro profundamente perturbador misturar as duas disciplinas e pior ainda fazer linguística sincrônica com preocupações normativas (Estrutura da Língua Portuguesa).
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- Ciência Lingüísticas
- vivemos numa sociedade grafocentrica
São consideradas variedades dialetais de natureza social "os jargões profissionais ou de determinadas classes sociais bem definidas como grupos (linguagem dos artistas, professores, médicos, mecânicos, estivadores, dos marginais, classe social alta – econômica e/ou culturalmente , favelados, etc.)" 
(TRAVAGLIA, 2005, p. 45).
- formas de uso da língua =
 Fonética
 Morfológicas
 Sintáticas
 Semânticas
 Lexicais
- A Variação Regional (dialetos), é a variação que ocorre segundo determinadas regiões geograficamente situadas.
Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um exemplo adequado de variação regional:


Alternativas:
  • a)
Variação lexical: pronúncia do (r) no Rio de Janeiro e Paraná.
  • b)
Variação lexical: macaxeira, mandioca, aipim.
Alternativa assinalada e certa corrigida
  • c)
Variação fonética: pipa, papagaio.
  • d)
Variação fonética: pobrema, problema, poblema.
  • e)
Variação fonética: excessão, essessão.
-Existem 4 tipos de variação linguística=
Nesse sentido, associe a primeira coluna de acordo com a segunda:
I. variação geográfica = Formas diferentes na maneira de se expressar, por meio do vocabulário, do sotaque e outros fatores que distingue um falar de uma região para outra.
II. variação social = Jargões profissionais ou de determinadas classes sociais bem definidas como grupos.
III. variação histórica = Palavras, expressões e construções que são consideradas arcaicas, pois, com o tempo, deixaram de ser usadas.
IV. variação estilística = O falante, ao dizer algo, deve adequar a sua fala aos tipos de receptores.

1. Variação geográfica ou diatópica
De acordo com Camacho (1988, p. 31) “numa comunidade lingüística relativamente extensa, onde todos falam o mesmo idioma, notam-se variações que se traduzem na forma de pronunciar os sons, nas construções sintáticas e no uso característico do vocabulário”.
Assim, cada região geográfica possui uma forma diferente na maneira de se expressar, por meio do vocabulário, do sotaque e outros fatores que distingue um falar de uma região para outra.

1.2 Variação social ou diastrática
 A variação social é um dos tipos de variação mais marcante entre uma comunidade lingüística, pois é uma das causas do preconceito lingüístico. Sabemos que a variedade dos falantes de nível social elevado é mais valorizada e, por outro lado, se estigmatiza a variedade das classes menos favorecidas.
São considerada s variedades dialetais de natureza social “os jargões profissionais ou de determinadas classes sociais bem definidas como grupos (linguagem dos artistas, professores, médicos, mecânicos, estivadores, dos marginais, classe social alta – econômica e/ou culturalmente , favelados, etc.)” (TRAVAGLIA, 2005, p. 45).
Além do nível sócio-econômico, existem outros fatores que determinam a formação de setores distintos de atividade verbal no interior de uma comunidade geograficamente homogênea, como o grau de educação, idade, sexo. (CAMACHO, 1988).
Ainda em relação à variação diastrática, verificamos a variedade que ocorre em decorrência da faixa etária distinta entre os falantes: crianças, jovens, adultos, idosos. De acordo com Travaglia (2005, 46), “durante a vida a pessoa passa de um grupo para outro, adotando as formas de um grupo e abandonando as do outro”. Assim, conseqüentemente, assume a fala que específica o grupo a que passa a fazer parte.
Exemplo  de diferença de faixa etária:
A gíria, que marca a fala dos adolescentes. No entanto, ele explica que, apesar de haver diferenças entre a fala de uma pessoa mais velha com a fala de um jovem, isso não quer dizer que o intercâmbio lingüístico entre eles seja prejudicado.
1.3 Variação histórica ou diacrônica Não podemos afirmar que duas variantes diacrônicas (históricas), a substituta e a substituída, não coexistam num mesmo plano temporal, uma vez que uma deve cair em desuso para que a outra sobreviva. É importante salientar que as mudanças ocorrem de forma lenta e conforme Faraco (2005, p. 14), “os falantes normalmente não têm consciência de que sua língua está mudando”. Assim, uma variante não deixa de existir de uma hora para outra.
No entanto, sabemos que existem palavras, expressões e construções que são consideradas arcaicas, pois, com o tempo, deixaram de ser usadas.
Porém, Camacho (1988) explica que algumas variantes em desuso ainda são utilizadas por alguns falantes de idade avançada, pois mantêm formas de expressão adotadas como prestigiosas pela norma pedagógica ou social de suas épocas.
Temos como exemplo de variação diacrônica as gírias da jovem guarda: broto, carango, legal, coroa, cuca, barra limpa, barra suja, lelé da cuca, mancada, pão, papo firme, maninha, pinta, pra frente e, "É uma brasa, mora?”.
Atenção: Esses exemplos são de variação diacrônica, mas também de variação social, pois indicam diferenças de faixa etária, ok.
1.4 Variação estilística
 Verificamos que existem diversidades lingüísticas que são marcadas pela variação social, geográfica, história, no entanto Camacho (1988, p.33) expõe que:
Não há falante de região e meio social homogêneos que fale sempre da mesma forma. Numa comunidade lingüística em que todos os membros tenham nascido e vivido no mesmo local e no mesmo âmbito social, a simples observação de sua atividade verbal revela diferenças notáveis de estilo, de acordo com a variação das circunstâncias em que o ato se produz.
Um indivíduo numa roda de amigos não terá o mesmo comportamento do que em uma reunião de trabalho, assim ocorre também com sua fala. O grau de reflexão sobre o que irá falar será diferenciado de acordo com a situação. Assim, a variação estilística é o resultado da adaptação da forma lingüística específica do ato verbal. 
O falante, ao dizer algo, deve adequar a sua fala aos tipos de receptores. Nesse caso, convém refletir sobre o papel do professor. Muitas vezes o docente impõe a norma culta como a única aceitável, não considerando que existe uma variação estilística, que determina como cada falante deve se comportar diante as diferentes situações de sua vida.
Nenhum indivíduo consegue, a todo tempo, ter uma fala homogênea, como se a língua fosse uniforme em todos os momentos. Antunes afirma que “o bom uso da língua é aquele que é adequado às condições de uso” (2007, p. 104)


Para estudiosos da área da aquisição de linguagem, ouvir e ler são, respectivamente, habilidade de compreensão oral e compreensão escrita, enquanto falar e escrever são reconhecidos como habilidades de produção oral e produção escrita.
A ênfase dada às quatro habilidades linguísticas é oportuna para se desmitificar a ideia de que o bom orador é um bom escritor. Ou de que o bom ouvinte é um bom leitor e vice versa.
É por meio do contexto que, por exemplo, as ambiguidades, polissemias, e as metáforas são compreendidas.
A estratégia de “seleção” alude a leitura mais dinâmica do texto, selecionando e discriminando elementos (ir) relevantes. Já a “antecipação” envolve as hipóteses elaboradas a partir de nossos conhecimentos prévios sobre o autor, o meio de veiculação do texto, o gênero textual, o título e a distribuição e configuração de informações no texto. A “inferência” envolve a leitura do texto nas estrelinhas, ou seja, a interpretação de informações que estão implícitas (por exemplo, ao inferir quem é o personagem principal na história ou então ao inferir qual era a intenção do autor ao escrever determinado texto etc, ), mas que forma baseadas em pistas fornecidas pelo próprio texto ou pelos conhecimentos do leitor sobre o assunto . Na estratégia de “verificação”, as hipóteses e as inferências podem ou não ser confirmadas após da leitura e análise total do texto (KOCH, ELIAS, 2013).
A diversidade de textos permite ao leitor observar essa pluralidade de sentidos e também de efeitos da leitura, tais como, o riso, a indignação, a adesão e a recusa (Riolfi et al., 2008) . Portanto para compreender a sátira, a ironia e a ambiguidade de expressões presentes em paródias, charges, tirinhas e piadas,; para se entender o tom persuasivo presente em textos publicitários ou do tipo argumentativos; para se considerar a função imaginativa presente nas ficções, para isso e muito mais o leitor precisa ter acesso a diferentes textos produzindo diferentes conhecimentos e até mesmo para aprender a selecionar o texto de acordo com seus interesses de leitura. A atenção do aluno em uma leitura pode estar relacionada ao seu nível de interesse/ motivação na leitura e, conforme Koch e Elias (2013, a leitura pode apresentar vários objetivos , tais como o de informar(jornais, revistas), elaborar romances), consultar (dicionários, catálogos), entre outros, Riolfi et al (2008 p. 49) elencam como motivações para a leitura: a Busca de informações (sob o intuito de se informar por meio da leitura do texto); 2) o estudo do texto (sob o intuito de aprender com o texto); 3) o pretexto para uma atividade indireta; e 4 a fruição ( cujo único objetivo é ler pelo prazer de ler, sem uma demanda externa).
-Hipótese –
Inferência –
-Efeitos do texto –
 -Coerência –
-Conhecimentos interacionais: baseado nas formas de interação por meio da linguagem , faz referência aos conhecimentos: ilocucional, comunicacional, metacomunicativos e superestrutural (ou conhecimento de gêneros textuais). Nesse nível de conhecimento devem ser observados por exemplo, conhecimento comunicacional da adequação de variante linguística utilizada em um (con)texto.
-Conhecimentos linguísticos: envolve o aspecto gramatical (verbos, adjetivos, pronomes etc. ) e o aspecto lexical da língua, incluindo vocabulário e suas regras de funcionamento (sintaxe). --Na produção de sentidos em um texto, são os recursos da língua como objetos de analise.
-Contexto sociocognitivo: para Koch e Elias (2013), o contexto sociocognitivo dos interlocutores é responsável por reunir todos os tipos de conhecimentos arquivados na memória dos sujeitos. A partir desse contexto, o leitor é capaz de construir uma cadeia de suposições, necessária para tecer os sentidos implícitos ( e também explícitos) no texto.
-Contexto: diferente do contexto, o contexto envolve o caráter linguístico do texto, ou seja o que está claramente apresentado no texto, sem exigir do leitor a ativação de conhecimentos prévios e partilhados.
-Materialidade linguística: trata-se da materialização da língua em um texto ou discurso.
-Paródias : uso de ideias de um texto sob o intuito de ridicularizar, criticar ou contestar o texto fonte, transformando os sentidos produzidos, no texto original.
Nas aulas de leitura , a opressora Rosa compartilhou uma releitura da obra O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. A professora observou que os alunos apresentaram diferentes interpretações sobre o mesmo texto, alguns entenderam que era um livro sobre fatos históricos, outros um livro sobre a perversidade contra o povo .Refletindo sobre  situações como essas que ocorrem com frequência em sala de aula, justifique como isso é possível, ou seja, como pode haver duas leituras distintas de uma mesma obra? Houve uma pluralidade de leitura e de sentidos. Como a produção de sentidos na leitura pode variar conforme os objetivos de leitura e a influência dos conhecimentos linguísticos, enciclopédicos e interacional , por essa ração é possível vislumbrar a pluralidade de leituras e de sentidos durante a leitura.
BEST-SELLERS  (como são conhecidos os livros mais vendidos) tem sido composta, em geral por livros de menor complexidade textual. Segundo Riolfi et all 2008 p. 76, a busca dos consumidores é por “boas histórias”, por um livro leve e ou textos que respondam a angústias e promovam sucesso pessoa e ou profissional. Os autores defendem que já se foi o tempo em que literatura estava claramente definida e associada às belas artes. Agora, a preferência dos leitores se debruça sobre obras mais digeríveis , de consumo rápido , o que eu difere da essência literária  que “[...] há quase dois séculos opõe-se ao natural, ao normas, ao palatável “ Riolfi et al 2008 p. 77. Porém por razões textuais ou históricas, não atendem as expectativas de um texto literário. Com esses livros, seria viável realizar a análise da sua composição demonstrando “[...]como as estratégias discursivas se repetem nesse tipo de obra” Riolfi et all 2008 p. 79. Nesse sentido, as aulas de literatura se tornariam também um espaço de criticidade e de análise dos textos produzidos e consumidos nos dias de hoje.
Em consonância com Rilfi et all 2008, os chamados livros paradidáticos são em geral, constituídos de uma linguagem empobrecida, com a intenção de facilitar“ a leitura do público jovem. Já as adaptações, muitas vezes deixam de se apresentar como adaptações e acabam se passando por obras originais. As releituras e adaptações se distanciam muito da riqueza da obra original e, por consequência, não propiciam as mesmas emoções e encantamento no leitor, uma vez que foram desenvolvidas com fins pedagógicos e com o aspecto moral de se buscar sempre uma lição a tirar da leitura realizada. Na opinião de Riolfi et al 2008 p 80-1, esta se torna uma ação pedagógica frustrada, por em nome de uma pretensa “formação global” do adolescente, os livros mais parecem manuais de auto ajuda, desinteressantes, mal escritos, que não cumprem outra função senão de fazer o jovem se desinteressar pela literatura. Assim o resultado é uma formação às avessas: a aluno sai da escola pensando que literatura são histórias chata sem que personagens mais chatas ainda dizem o que deve ser feito e sobretudo, o que não se deve fazer. Dito isso, é possível levantar dois pontos de antemão: 1) o professor não pode cair na tentação de se restringir aos textos literários que se encontram na biblioteca de sua escola e 2) é preciso estar atento para que o ensino de literatura não seja confundido com aspectos de moralidades engendradas nas famosas questões “que lição  possível tirar dessa história?” ou qual a moral da história? As implicações do ensino de literatura não devem, portanto, ser associadas à lógica utilitarista  dos livros de auto ajuda, que têm como função ensinar ao leitor como agir na sua vida para obter maior êxito pessoal ou profissional. Sobre essa questão, os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (Brasil 1997 p 30 advertem que o ensino da literatura não deve ser tratado coo “[...] expediente para servir de ensino das boas maneiras dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais das receitas desgastadas do “puro prazer”, etc). Essa conduta, segundo tal documento, não contribui para a formação do aluno como leitor capaz de reconhecer “as sutilizas, as particularidades, os sentidos, a extensão e a profundidade as construções literárias”. Conforme Riofi et al 2008 , a palavra literária atrai o leitor pelo puro deleite, e esse deve continuar sendo seu diferencial, especialmente na sociedade morna na qual estamos inseridos, em que para que algo receba atenção, é necessário apresentar uma utilidade. Assim, é importante compreender que a literatura não serve simplesmente para nos oferecer respostas. Ela também o faz mas não mediante uma caricatura deformada de suspensão de problemas. Se assim fosse, o que faríamos com toda a literatura que coloca em evidência não a figura do herói mas a do anti-herói envolto em dúvidas,  espasmos e ações contraditórias? (Riolf et al., 2008 9,098).
A literatura tem, portanto, uma essência desestabilizadora, que pode despertar no leitor o gosto, o desgosto ou a dúvida, mas são essas as particularidades que a caracterizam. Observe por exemplo, o excerto do poema Versos Íntimos de Augusto dos Anjos:
Se alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga
Escarra nessa boca o que te beija!
A escrita do poema pode despertar gosto, desgosto ou dúvida, e diante disso o professor deve acolher as diferentes reações dos alunos debate-las nas aulas de literatura. Segundo Riolfi et al 2008  o professor  não deve naturalizar esse tipo de texto, fingindo que ele mesmo não se espanta, é preciso discutir o estranhamento com os alunos. Para os autores, a questão do gosto passa pela reflexão e, nesse aspecto, é importante não “tentar pasteurizar os modos pelos quais um homem goza” (Riolfi et al 2008 p 100. Logo é necessário aceitar os diferentes gostos literários, considerando que haverá por exemplo, alunos apaixonados por Machado de Assis e outros que o renegam, alguns deslumbrados com poesias enquanto outros nem tanto. Mas, sobretudo, é relevante que aos alunos veja essa a oportunidade de construir esse gosto literário e de se posicionarem criticamente com relação à literatura. Essas justificativas tornam evidente a importância de se ensinar literatura. Não podemos deixar de mencionar que a literatura se constitui como legado cultural, propiciando ao leitor vivenciar outras culturas e outras épocas, além de conhecer a própria cultura e até mesmo se identificar com o texto lido. A literatura serve também para acessa a história e ao mesmo tempo outros textos, uma vez que toda leitura é atravessada por outras leituras que constroem e situam o seu contexto. Você não deve se esquecer de que por meio da literatura o aluno entra em contanto com a composição narrativa. Ao se aproximar de diversas narrativas, o aluno pode cotejar diferentes complicações e desfechos, muitas vezes inesperados.
Adaptações em quadrinhos emprestando as palavras de Riolfi et al 2008 p. 82, “as histórias em quadrinhos há muito flertam com a literatura”. Assim é possível realizar várias atividades envolvendo excelente adaptações em quadrinhos da literatura como, por exemplo, adaptação de Caco Galhardo  a uma de Will Eisner para o clássico Dom Quixote.
Segundo estes autores 2011 p. 109, tanto a leitura quanto a escrita de poesias e poemas devem ganhar o espaço escolar, mas conscientes de que o ensino destes não tem por objetivo formar escritores e poetas, e sim “[...] aproximar e sensibilizar os alunos, quer do Ensino Fundamental, quer do Ensino Médio, em relação à leitura da palavra poética e, se possível à escrita”.
Entretanto, compreender as relações que determinam a escrita ainda não são suficientes para formar bons leitores. , outras intervenções por parte do professor são necessárias. E por intervenções você pode entender as intervenções textuais (tais como o uso de pontuações, conectivos , advérbios pronomes, etc), seja no plano da argumentação e da coerência.
Segundo Riolfi et al 2008 p.148-51 destacar  os efeitos de sentido que os conectores discursivos podem estabelecer é uma excelente estratégia para demonstrar o uso desses elementos linguísticos.
Portanto (conclusão) – Ela não estudou nada portanto foi reprovada.
 Embora (contrajunção ) - eu me surpreendi com aquela atitude embora eu tenha convivido com ele por séculos.
Ou (disjunção) – você quer café ou prefere chá.
Além disso (conjunção) – ele é bonito, charmoso e carinhoso além disso é rico.
Assim que (temporalidade) – eu ligo na sua casa assim que eu chegar do trabalho.
A dicotomia(divisão de um elemento em duas partes, em geral contrárias, como a noite e o dia, o bem e o mal, o preto e o branco, o céu e o inferno etc) entre oralidade e escrita percebendo como estas não se opõem mas  convivem harmoniosamente em diferentes práticas sociais. A escrita serve a função da interação com sujeitos ausentes, exige para isso recursos bem distintos da função da interação com sujeitos ausentes, exige para isso recursos bem distintos da oralidade, tais como o domínio de pontuação, de ortografia, de elementos coesivos, de regras gramaticais entre outros. Nesse contexto, o professor poderá cotejar as modalidades de língua demonstrando aos alunos suas singularidades e a forma apropriada de uso de cada uma.
Conectivos: os  elementos de coesão são palavras ou expressões cuja função é estabelecer elos entre orações (parágrafos ou períodos)
, para criar relações entre segmentos do discurso. São exemplos de elementos de coesão as  preposições ( a, de , com par, por, etc.), as conjunções ( que, para que, quando, embora, mas entretanto e, ou, etc), os pronomes (este, ela, seu , sua, este, esse , aquele, que, o qual, etc) e os advérbios ( aqui, aí, lá, assim, etc).
Coerência textual: a coerência de um texto etá relacionada à produção de sentido, logo um texto incoerente é aquele que não possui sentido. Para Koch e Elias 2013, a coerência está no processo de interação do leitor com o autor e o texto, baseados nos conhecimentos sociocognitivos internacionalmente constituídos. Em outras palavras, a identificação da coerência textual exige a ativação dos conhecimentos linguísticos, enciclopédicos, textuais e interacionais do leitor.
Incoerência textual - contradições
Coesão textual – para Koch e Elias 2013 , a coesão é responsável pela sequência organizada de enunciados, em que cada parte se conecta harmoniosamente à outra, garantindo uma leitura fluída.
Linguagem coloquial se refere à linguagem informal ou popular utilizada no cotidiano, sem um comprometimento com o rigor gramatical da norma padrão.
Variedade linguística, o coloquial cabe perfeitamente nos contextos familiares e informais, enquanto a linguagem formal é a mais adequada pra uma entrevista de emprego para uma palestra e especialmente para a escrita.
Polissemia – é quando um mesmo termo dentro de uma língua recebe diferentes significados, manifestando diferentes sentidos.
Metáfora –ocorrem quando uma palavra ou expressão é utilizada em um sentido figurado por meio de comparações com outros termos. Trata-se de uma figura de linguagem (ou figura de estilo) utilizada especialmente em textos literários, empregando-se uma palavra sob um sentido que não é comum, mas a partir do contexto é possível estabelecer uma relação de semelhança entre os termos.
Identidade social – refere-se ao sentimento de pertencimento a um grupo social, diferenciando-se de outros grupos . Entender o sujeito na pós- modernidade requer admitir que é possível que um mesmo indivíduo possua várias identidades sociais, como por exemplo uma identidade de gênero, outra de raça e ou etnia, de cunho religioso, de origem profissional, etc.
Narrativas – basicamente, estão relacionada a episódio de contar histórias . Conforme Riolfi e colaboradores 2008 p. 102 – 3 , apesar de apresentar uma gama de variações “a estrutura de uma narrativa, seja conto seja romance, pode ser resumida em poucas palavras: alguém narra determinado tempo da história de uma pessoa que vive em algum lugar”.
Recursos estilísticos – refere-se à linguagem artística e crítica de um autor ao expressar a realidade.
Para um conhecimento integral da língua, Geraldi 1991 apud Riolfi et al 2008, recomenda que a gramática seja explorada através de diferentes atividades a saber:
1 – atividades linguísticas – da língua , fala – conforme Riolfi e colaboradores 2008 p. 181, as atividades linguísticas dizem respeito às práticas em que o falante usa a língua ou seja envolve ações como conversar, discutir, ler um texto , etc.
2 – atividades epilinguísticas:  da forma de expressão na escrita - é representada por Riolfi e colaboradores 2008 como a atividade na qual o falante reflete sobre a língua de forma intuitiva, como a atividade na qual o falante reflete sobre a língua d forma intuitiva, como quando o sujeito deseja escrever uma poesia ou uma carta de amor e para tanto busca os melhores termos para impressionar o seu leitor.
3 – atividades metalinguísticas: para Riolfi e colaboradores 2008 p. 182, trata-se da atividade na qual o sujeito nomeia tecnamente os diversos segmentos de uma da língua. Segundo os autores, trata-se do formato mais comum para ensinar gramática usado na escola. Ou seja a língua padrão – língua portuguesa.
Riolfi e colaboradores 2008 se inspiram na obra dos professor Sírio Possenti para descrever a existência de três conceitos de gramática a sabe:
1-    gramática normativa ou prescritiva – orienta que a norma padrão deve ser seguida por todos os falantes e tudo que foge a essa variedade é visto como erro.
2-    2 – a gramática descritiva – Aceita a língua em sua diversidade, ou seja, nas várias possíveis formas de funcionamento, compreendendo seu caráter mutável e heterogêneo.
3-    3 – a gramática como competência linguística ou gramática internalizada – Refere-se ao conjunto de regras que o sujeito inconscientemente mobiliza ao falar, sem necessariamente saber descrevê-las.
4-    Linguísticas aplicados:  são os profissionais oriundos da linguística aplicada , uma área do saber cujo conceito é amplo e aberto ad diferentes definições , mas de forma bastante simplificada pode ser vista como um campo do conhecimento interessado em estudar a língua em funcionamento, integrando estudos sobre letramentos, tradução, educação, bilingüe, multiculturalismo, aquisição de línguas etc. Além disso a linguística aplicada é conhecida por ser uma área do saber transdisciplinar e multidisciplinar ou seja que recorre sem medo a outros campos de estudos entre eles a antropologia a sociologia a linguística, a educação , etc.
Homonímia –
Intertextualidade (o conhecimento sobre o assunto) – a intertextualidade se constitui na possibilidade de construir um texto a partir do diálogo com outros textos. Segundo Koch e Elias 2013, a intertextualidade pode ocorrer de forma explícita ou implícita. Em sua forma explícita, o texto revela claramente a referência à sua fonte, geralmente por meio de citações entre aspas que marcam o que e por quem foi dito/escrito o texto utilizado. Por outro lado na forma implícita (através de paráfrases e paródias) o reconhecimento da intertextualidade demanda a ativação de conhecimentos armazenados na memória do leitor.
Intergenericidade –segundo Koch e Elias 2013 p. 114, a intergenericidade também é conhecida como hibridização ou interxtualidade intergêneros, trata-se de um fenômenos segundo o qual um gênero pode assumir a forma de um outro gênero tendo em vista o propósito de comunicação.
Paródia- Segundo Fiorn e Savioli 2006, a paródia refere-se a intertextualidade observada quando o texto é citado com a finalidade de inverter seu sentido original .
Paráfrase – segundo Fiorin e Savioli 2006, a paráfrase refere-se à intertextualidade observada quando o empréstimo do texto fonte visa fortalecer suas ideias.
ambiguidades (refere-se àquilo que possui um ou mais sentidos, podendo inclusive ser contraditório).
No campo teórico o discurso narrativo deve apresentar grande destaque pois oferece uma fonte inesgotável de manifestações em nível linguístico, cognitivo e social. Analisar as narrativas por uma perspectiva social.
O material didático passa por um processo de análise e avaliação, considerando-se, principalmente, a adequação didática e pedagógica, a qualidade editorial e gráfica e a pertinência do manual do professora para uma correta utilização do LD e atualização do docente. Como critérios eliminatórios, observam-se o caráter ideológico e discriminatório desatualização, incorreções e incoerências conceituais e metodológicas. Com base nesses critérios, o PNLD indica as obras recomendadas, disponibilizadas ao professor por meio do Guia do Livro Didáticos, que apresenta as resenhas e as avaliações relacionadas a esses livros. Tagliani 2009 p. 305-306. Analisados os princípios éticos necessários à cidadania e ao convívio social republicam-no excluindo-se as coleções que: veiculares estereótipos e preconceitos de condição social, regional , étnico racial, de gênero, de orientação sexual, de idade ou de linguagem, assim como qualquer outra forma de discriminação ou de violação de direitos
Fizerem doutrinação religiosa ou política, desrespeitando o caráter laico e autônomo do ensino público;
Utilizarem o material escolar como veículo de publicidade ou de difusão de marcas, produtos ou serviços comerciais (BRASIL 2013 p. 9).
O GLD (guia livro didático)considera que o aluno do segundo segmento do Ensino Fundamental já detém o conhecimento do código escrito e, portanto, necessita de intervenções que :
1-Aperfeiçoem sua formação como leitor e produtor de textos;
2-desenvolva competências e habilidades de leitura e escrita exigidos para novas e diferentes práticas de letramento;
3- amplie sua reflexão sobre as propriedades e o funcionamento da língua portuguesa
4-desenvolva habilidades para o uso público e escolar da língua oral (BRASIL 2013).
--Riolfi e tal (2008, p.148-51) os efeitos de sentido que os conectores discursivos podem estabelecer é uma excelente estratégia para demonstrar o uso desses elementos linguísticos.
1-Eça não estudou nada por tanto foi reprovada.
2-Eu me surpreendi com aquela atitude.
3- Você quer café ou prefere chá.
4-Ele é bonito, charmoso e carinhoso além disso é rico.
5-Eu ligo na sua casa assim que eu chegar do trabalho.
--A dicotomia entre oralidade e escrita, percebendo como estas não se opõem , mas convivem harmoniosamente em diferentes práticas sociais. A escrita serve à função da interação com sujeitos ausentes, exige para isso recursos bem distintos da oralidade, tais como o domínio de pontuação, de ortografia, de elementos coesivos, de regras gramaticais, entre outros.  Nesse contexto, o professor poderá cotejar as modalidades de língua, demonstrando aos alunos sua singularidade e a forma apropriada de usos de cada uma.
-- Cabe ao professor o papel essencial de instrumentalizar e repertoriar o aluno par tecer palavras, ou seja , para ser autor de textos. Para isso não basta o ensino da gramática ou uma linguística enclausurada nas regras, é preciso que o aluno saiba fazer  social dessa escrita, reconhecer sentidos além do utilitarismo capitalista, ser autor, mas também ser leitor. Cabe perceber na escrita o movimento de revisão, de retorno e finalmente, de conclusão.
-Conectivos: os conectivos ou elementos de coesão são palavras ou expressões cuja função  é estabelecer eles entre orações (parágrafos ou períodos), para criar elações entre segmentos do discurso. São exemplos de elementos de coesão as  preposições (a, de, com, para, por , etc.), as conjunções ( que, para que, quando, embora, mas e, entretanto, e, ou, etc), os pronomes (ele, ela , seu sua, este, esse , aquele, que o qual, etc), e os advérbios (aqui, aí, lá assim, etc).
-Refacção: diz respeito ao ato de refazer, no caso, o texto.
-Coerência textual: a coerência de um texto está relacionado à produção de sentido, logo, um texto incoerente é que não possui sentido. Para Koch e Elias (2013), a coerência esta no processo de interação do leitor com o autor e o texto, baseados nos conhecimentos sociocognitivos internacionalmente constituídos . Em outras palavras, a identificação da coerência textual exige a ativação dos conhecimentos linguísticos, enciclopédicos, textuais e interacionais do leitor.
- Coesão textual: para Koch e Elias (2013), a coesão é responsável pela sequência organizada de enunciados, em que cada parte se conecta harmoniosamente à outra, garantindo uma leitura fluída.
-Linguagem coloquial: se refere à linguagem informal ou popular utilizada cotidiano,  em um comprometimento com o rigor gramatical a norma padrão.
Variedade linguística, o coloquial cabe perfeitamente quando a linguagem formal é a mais adequada para uma entrevista de emprego, para uma palestra e especialmente para a escrita.

A música Bom Conselho, de Chico Buarque, é um ótimo exemplo de intertextualidade, pois, e sua canção o compositor conversa com alguns provérbios populares que circulam frequentemente em nosso cotidiano. Uma ótima sugestão de intervenção, esse caso, seria solicitar aos alunos que identifiquem tais provérbios e discutam a forma como o compositor inverteu o sentido deles, por exemplo, quando substitui “pense duas vezes antes de agir” por “Aja duas vezes antes de pensar”. É importante que os alunos reflitam sobre as razões que levaram o autora  a lançar mão da intertextualidade e de alterar os sentidos do texto original. Nesse caso é possível trabalhar com os alunos os conceitos de paródia e paráfrase presentes na discussão sobre intertextualidade.
- E, como uma forma divertida de pensar a intergenericidade , o texto ilustra um texto autêntico no qual se pode observar a presença de dois gêneros e saber “convite de casamento” e “notícia de Jornal”. Essa é uma atividade interessante em que é possível debater qual o verdadeiro gênero  textual. O professor deve auxiliar os alunos a compreender que, embora a forma do texto seja de uma notícia, sua função é de um convite portanto, o gênero textual trata-se de um convite. Em concordância com Koch e Elias (2013 p. 113),  os gêneros textuais não são definidos por uma forma, mas sim por função, tais como: informar (notícias), rir (piada), instruir (bula de remédio), etc. Frequentemente esses gêneros se mesclam, produzindo o que as autoras intitulam de intergenericidade.
-- A intertextualidade consiste em um dos vários recursos da língua para se produzir diferentes sentidos de efeitos através da escrita.
--No campo teórico, Silva (2003  p. 117) afirma que o discurso narrativo apresenta grande destaque, pois oferece uma fonte inesgotável de manifestações em nível linguístico cognitivo e social”. A autora admite que há uma grande quantidade de professores que se restringem ao uso das narrativas para ensinar as convenções da escrita, porém há também profissionais dedicados em formar nos alunos a competência de se tornarem contadores de histórias e mesmo narradores de suas próprias histórias de vida.
--O linguista aplicado Luiz Paulo da Moita Lopes (2002)  é um exemplo de profissional interessado em analisar as narrativas por meio de uma perspectiva social. Para o autor as narrativas assume um papel crucial na vida do sujeito, pois contar histórias sobre si, sobre o outro e sobre o mundo favorece a construção de sentidos envolvendo seu próprio lugar na sociedade assim como o lugar do outro . No rastro dessa discussão , para demonstrar como as narrativas podem influenciar no desenvolvimento da identidade social de raça na sala de aula, Moita Lopes (2002) apresenta e analisa a cena sobre a discriminação racial.
-----------------skaner das pg s 105,106,107
--Na vídeo aula com o autor Pedro Bandeira 5/66 – Tema : Narrador – Protagonista
A exposição do tema no vídeo é feita pelo autor de literatura infantil Pedro Bandeira, especialista em letramento e técnicas especiais de leitura. Nesse vídeo o autor explora , através de uma linguagem descontraída, o gênero narrativo com foco no narrador protagonista. Bandeira explica como são alçados elementos narrativos na construção de um gênero narrativo no qual o protagonista é o narrador contando uma história sobre si. O vídeo é produtivo tanto para a formação o docente como para ser transmitido para os alunos e uma aula sobre a temática.
--Identidade social: refere-se ao sentimento de pertencimento a um grupo social, diferenciando-se de outros grupos. Entender o sujeito na pós-modernidade requer admitir que é possível que um mesmo indivíduo possua várias identidades sociais como, por exemplo, uma identidade de gênero, outra de raça e / ou etnia, de cunho religioso, de origem profissional, etc.
-Metáforas: ocorrem quando uma palavra ou expressão é utilizada em um sentido figurado por meio de comparações com outros termos. Trata-se de uma figura de linguagem (ou figura de estilo) utilizada especialmente em textos literários empregando-se uma palavra sobre um sentido que não é comum, mas a partir do contexto é possível estabelecer uma relação de semelhança entre os termos.
-Narrativas: basicamente, estão relacionadas ao episódio de contar histórias . Conforme Riofi e colaboradores (2008, p. 102-3), apesar de apresentar uma gama de variações “ estrutura de uma narrativa, seja conto, seja romance , pode ser resumida em poucas palavras : alguém narra determinado tempo da história de uma pessoa que vive em algum lugar”.
- Recursos estilísticos: refere-se à linguagem artística e criativa de um autor ao expressar a realidade.
-Para um conhecimento integral da língua, Geraldi (1991 apud Riolfi et al, 2008) recomenda que a gramática seja explorada através de diferentes atividades, a saber:
1-atividades linguísticas;
2-atividades epilinguísticas
3- atividades metalinguísticas.
--Riolfi e colaboradores (2008) se inspiram na obra do professor Síro Possenti para descrever a existência de três conceitos de gramática, a saber:
1-a gramática normativa ou prescritiva = Orienta que a norma padrão deve ser seguida por todos os falantes e tudo que foge a essa variedade é visto como erro.
2-a gramática descritiva = Aceita a língua em sua diversidade, ou seja, nas várias possíveis formas de funcionamento compreendendo seu caráter mutável e heterogêneo.
3- a gramática como competência linguística ou gramática internalizada = Refere-se ao conjunto de regras que o sujeito, inconscientemente, mobiliza ao falar sem necessariamente saber descrevê-las.
--De acordo com Riolfi e colaboradores (2008),diferentes tipos de atividade envolvendo a língua dever ser explorados com os alunos, tais como as atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas. Com base nessa afirmação, analise o exemplo a seguir e identifique o tipo de atividade aplicada em sala de aula a que se refere : A professora Ana entregou aos alunos um conto de Fernando Sabino intitulado O homem nu, mas o texto apresentava várias lacunas. Foram palavras que a professora extraiu e entregou em um envelope a parte. Os alunos, em dupla deveriam discutir as palavras que melhor preenchiam as lacunas, colando as tiras com as palavras no espaço apropriado. Em seguida, eles deveriam reescrever a história, preenchendo as lacunas com outros termos que não alterassem o efeito de sentido do texto. A versão final seria apresentada para a s turma, através de uma leitura em voz alta e posteriormente exposta no varal literário da escola.
-Atividades epilinguísticas: é representada por Riolfi e colaboradores (2008) como a atividade na qual o falante “reflete” sobre a língua, de forma intuitiva, como quando o sujeito e deseja escrever uma poesia ou uma carta de maior e para tanto busca os melhores termos para impressionar o seu leitor.
-Atividades linguísticas: conforme Riolfi e colaboradores (2008, p. 181), as t atividades linguísticas dizem respeito às práticas em que o falante “usa” a língua ou seja, envolve ações como conversar, discutir, ler um texto, etc.
-Atividades metalinguísticas:  para Riolfi e colaboradores (2008, p. 182), trata-se da atividade na qual o sujeito “nomeia tecnicamente os diversos segmentos de uma dada língua. Segundo os autores, trata-se do formanto mais comum para ensinar gramática usado na escola.
-Linguístas aplicados : os linguístas aplicados são os profissionais oriundos da Linguística Aplicada, uma área do saber cujo conceito é amplo e aberto a diferentes definições, mas de forma bastante simplificada pode ser vista como um campo do conhecimento interessa em estudar a língua em funcionamento integrando estudos sobre letramentos, tradução, educação bilíngue, multiculturalismo, aquisição de línguas , etc. Além disso, a linguística aplicada é conhecida por ser uma  área do saber transdisciplinar e multidisciplinar, ou seja que recorre sem medo a outros campos de estudos entre eles a antropologia , a sociologia, a linguística a educação , etc.
-Ensinar a gramática e norma padrão permanece no escopo das responsabilidades da escola, contudo, como você viu neste tema, é imprescindível repensar os conceitos de língua e de gramática que sustentam as prática pedagógicas do ensino de língua portuguesa. Espera-se que esta leitura tenha expressado a relevância do ensino da gramática na contemporaneidade, ilustrando o papel do professor na proposta de intervenções  didáticas que contemplem atividade linguística, epilinguísticas e metalinguísticas.
--O GLD (guia do livro didático) considera que o aluno do segundo segmento do Ensino Fundamental já detém o conhecimento do código escrito e, portanto, necessita de intervenções que :
1-aperfeiçoem sua formação como leitor e produtor de textos,
2-desenvolva competências e habilidade s de leitura e escrita exigidos para novas e diferentes práticas de letramento;
3-amplie sua reflexão sobre as propriedades e o funcionamento da língua portuguesa e
5-    desenvolva habilidades para o uso público e escolar da língua oral. (BRAISLI, 2013).

EXEMPLOS DE VERBOS DE CONHECIMENTO:
adquirir – associar – calcular – citar – classificar – definir – descrever – distinguir – enumerar – especificar – enunciar – estabelecer – exemplificar – expressar – identificar – indicar – lembrar – medir – mostrar – nomear – ordenar – reconhecer – recordar – registrar – relacionar – relatar – reproduzir – selecionar.
EXEMPLOS DE VERBOS DE COMPREENSÃO:
concluir – converter – descrever – distinguir – deduzir – defender – demonstrar – derivar – determinar – diferenciar – discutir – exemplificar – expressar – esboçar – explicar – exprimir – extrapolar – fazer – generalizar – identificar – ilustrar – induzir – inferir – interpretar – localizar – modificar – narrar – predizer – preparar – prever – relatar – reelaborar – reescrever – reordenar – reorganizar – representar – revisar – sumarizar – traduzir – transcrever – transformar – transmitir.
EXEMPLOS DE VERBOS DE APLICAÇÃO:
aplicar – classificar – desenvolver – dramatizar – esboçar – empregar – escolher – estruturar – generalizar – ilustrar – interpretar – modificar – operar – organizar – praticar – relacionar – traçar – transferir – usar.
EXEMPLOS DE VERBOS DE ANÁLISE:
analisar – classificar – categorizar – combinar – comparar – comprovar – contrastar – correlacionar – criticar – deduzir – diferenciar – discutir – debater – detectar – descobrir – diagramar – discriminar – examinar – experimentar – identificar – investigar – provar – selecionar – separar – subdividir.
EXEMPLOS DE VERBOS DE SÍNTESE:
combinar – comunicar – compor – coordenar – criar – comprovar – deduzir – desenvolver – dirigir – documentar – especificar – explicar – escrever – esquematizar – formular – modificar – organizar – planejar – produzir – propor – relacionar – relatar – reescrever – reconstruir – sintetizar – transmitir.
EXEMPLOS DE VERBOS DE AVALIAÇÃO:
argumentar – avaliar – concluir – contrastar – criticar – considerar – decidir – escolher – estimar – interpretar – julgar – justificar – padronizar – precisar – relacionar – selecionar – validar – valorizar.
EXEMPLOS DE VERBOS AFETIVOS:
aceitar - adaptar-se – admirar - alegrar-se - apreciar - comprometer-se - conscientizar-se - dedicar-se - desejar - distinguir - entusiasmar-se - envolver-se - esforçar-se - gostar - interessar-se - melhorar - motivar-se - obedecer - querer - reconhecer - valorizar.
EXEMPLOS DE VERBOS PSICOMOTOR:
agarrar – andar – armar – arremessar – atirar – cantar – circundar – colar – colorir – confeccionar – construir – correr – costurar – dançar – desenhar – dirigir – dramatizar – encenar – escrever – escutar – gesticular – grifar – juntar – lançar – marchar – montar – nadar – ouvir – pegar – pintar – preparar –  pular – recortar – saltar – separar – tocar – traçar – usar.






sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

PEDAGOGIA / PEDAGOGO

-Pedagogia tecnicista visava garantir a eficiência e a produtividade do processo educativo, além da divisão de tarefas.
--- A relação entre pedagogo e professor supõe que o primeiro em vista de sua área de atuação veja e analise as dificuldades manifestadas pelo segundo, ajudando-o a ultrapassar essas dificuldades.
--- As escolas necessitam de ambientes que estimulem a convivência em harmonia, despertando nos alunos uma consciência responsável e solidária.
----  pedagogia  propicia a ampliação ao campo da educação , de contribuições, entre outras, de conhecimentos como o filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o linguístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural.
--- Art. 3° o estudante de pedagogia trabalhará com um repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência, e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética.
1 quem sou eu
2 como me apresento diante do outro
3como me comporto diante das críticas do outro ao meu trabalho
4 como entendo minhas próprias atitudes?
5 reflito sobre as atitudes do outro?
6 disponibilizo tempo  para ouvir o outro?
7 considero as opiniões do outro no trabalho em grupo?
8 me apresso em julgar as atitudes do outro?
9 tomo atitudes que depois considero precipitadas?
10 respeito as ideias do outro?
- A escola necessita hoje de um licenciado que esteja preparado para trabalhar com as tecnologias da informação, a prevenção ao uso de drogas, as questões de ética na sociedade, a preservação do meio ambiente, possuindo também a disposição de substituir a educação familiar em muitas questões. Serem menos rigorosos, dar mais conselhos em vez de brigar, conversar mais com os pais, saber tratar todo tipo de problema, se empenhar para facilitar o envolvimento entre escola e aluno. – analisar a conduta ou comportamento – maior rigor e punição aos alunos bagunceiro –etc
-- Regimento Escolar  -  Regulamento Interno da Escola  -  Projeto político- pedagógico – conselho Escolar – Grêmio Estudantil  -  APMF 
--Os quatro pilares da educação  do século XXI  = aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser.
–Cinco eixos da Educação Infantil = conhecimento de si e do mundo, linguagem oral e escrita, diferentes meios de expressão cuidado e higiene e recursos tecnológicos.
--- O pedagogo é necessário na escola nas tarefas de organização escolar e não escolar, entendida como organização racional do processo de ensino aprendizagem.
-Instrumentos pedagógicos :
*direitos e deveres
*caixinha de segredos
*comissão de ajuda
*biblioteca
*caixinha dos textos inventados
*eu já sei
*eu preciso de ajuda
*professor tutor
*grupos de responsabilidade.
- Atualmente o trabalho do pedagogo focando docência, gestão e pesquisa, têm sido muito difundido, o que abre portas para um vasto campo de atuação profissional. O pedagogo transita desde os Centros de Educação Infantil, Anos Iniciais e Anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Profissional, Educação de Jovens e Adultos, cursos livres, atendimento a alunos em situação de vulnerabilidade social (educador social), atendimento hospitalar, Educação a Distância, Educação Especial, entre outros.
- Ter uma formação de um educador/profissional diante de suas competências afetivas, sociais, técnicas, científicas, pedagógicas, éticas, estéticas e políticas.
-- As metodologias de ensino prática e teóricas, às vezes dá para unir teoria e prática. As vezes você aplica uma teoria e pode haver mudança. Pois o aluno, e o aprendizado é flexível. Você tem que conhecer seu aluno para poder aplicar um ou outra prática. Usar meio termo – ética profissional.
--Há um confronto em aplicar conteúdos e liberdade. Entre o que é socializar e o papel da escola.

-- O trabalho pedagógico a partir dos três princípios do ensino sistematizado, contextualizado e significativo oportunizando o respeito ao processo de aprendizagem dos nossos alunos e tornando a aprendizagem mais eficiente na organização do tempo didático do qual dispomos na escola.
A consideração do erro serve para que o professor compreenda a perspectiva de compreensão do aluno para que essa construir mecanismos de intervenção e mediação efetivos para que os alunos possam avançar em seus conhecimentos. O erro pode ser uma boa oportunidade para aprender.

PÓS GRADUAÇÃO

Pós-graduação, visando a preparação de pesquisadores e uma maior qualificação da docência, passou a impor ao estudante a necessidade de este assumir uma postura investigativa, visando o desenvolvimento de suas potencialidades para auxiliar na composição de novos conhecimentos úteis a sociedade.

 Pós Graduação Latu Senso :  na mesma área da graduação e da pós, na mesma área de afinidade.
pós-graduação  stricto sensu que titula o estudante como mestre ou doutor : mestrado 2 anos – doutorado 4 anos. – Que tem diploma, vida acadêmica – direcionadas, restrito a escrita e questões acadêmicas.

GESTÃO

CIE = Centro de Informações Estatísticas
SI = Suplência I
resolver conflitos,
atuar convenientemente em situações de tensão,
desenvolver trabalho em equipe,
monitorar resultados,
planejar e implementar o projeto político – pedagógico da escola,
promover a integração escola-comunidade,
criar novas alternativas de gestão,
realizar negociações,
 mobilizar e manter mobilizados atores na realização das ações educacionais manter um processo de comunicação e diálogo abertos,
estabelecer unidade na diversidade,
planejar e coordenar reuniões eficazes,
articular interesses diferentes.
*mais reuniões pedagógicas periódicas com direção, professores e funcionários visando solução dos problemas internos logo que detectados
*promover projetos ligados a valores pessoais
*analisar os problemas de forma mais realista, contextualizada com a realidade,
*biblioteca competente,
* melhorar a merenda,
*a limpeza da escola,
* ter sala de computação,
*procurar atividades diversificadas que facilitem o ensino,
*tirar os professores que falam errado,
* promover eventos,
*passeios culturais
*cursos de capacitação,
*estar mais atento aos regulamentos,
*facilitar o envolvimento entre escola e alunos
*ter mais  funcionários,
*saber lidar com todos os tipos de problemas,
*convidar os pais para participarem mais da vida escolar,
*melhorar as condições internas do estudo em horário extra-classe,
*montar um site na escola, 
*fazer consertos reparos no prédio de colégio
*educar para a vida salientando a cooperação e a solidariedade.
- Os resultados dessa ação é em termos individuais, organizacionais e sociais.
– Trabalhar as muitas e diversas resistências;
- A rotatividade de professoras de certa forma retrocede a caminhada rumo ao sucesso do educando.
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS=
Bbs devem ter acesso na área interna, estruturas de espuma para rolar, subir, uma área livre para engatinhar, colcha para puxar ou balançar o bb, brinquedos para bater e encaixar, túneis e caixas para entrar e sair, carrinhos para empurrar.
Devem ter acesso a um playground com grama, pedrinhas, cascalhos, arbustos para se esconder, tanque de areia, água, árvores frondosas para fazer sombras e estruturas para subir, descer, escorregar, para brincar com triciclos, carrinhos, prever áreas que não impeçam as brincadeiras mais tranquilas.
CRIANÇAS PEQUENAS E PRÉ-ESCOLARES=
Os pré-escolares brincam juntos em um playground com equipamentos adequados ao seu tamanho.
Na área interna, a sala de referência de cada agrupamento de prever espaços para brincadeiras motoras, como brincar de equilibrar em cima de tábuas ou cadeiras, brincar de casinha ou cabaninha.
Os pré-escolares caminham para a dramatização e precisam de espaço e materiais para recriar situações e personagens de seu contos prediletos.
As crianças com problemas físicos, que ficam em cadeiras de rodas precisam de rampas para o deslocamento, e as crianças cegas e com baixa visão precisam de pisos diferenciados, para que aprendam a se deslocar ao diferenciar as texturas do chão.
As crianças com dificuldades de aprendizagem ou as superdotadas requerem ambientes ricos para sua necessidades, mas não devem ficar separadas das outras. Todas essas crianças necessitam de brinquedos e materiais e de amigos para observar e brincar junto. A diversidade.
-As classificações de brinquedos como o Esar (exercício, símbolo, acoplagem e regras) e o ICCP ( International Council for Children Play)podem ajudar na escolha de brinquedos para os campos afetivo, relações cognitivas e sociais e expressão motora.




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

ESPAÇO FÍSICO E ESTRUTURA DAS INSTITUIÇÕES

No estabelecimento de ensino para garantir o atendimento é necessário possibilitar a acessibilidade em relação às barreiras arquitetônicas, mobiliários e equipamentos, bem como professores e equipe pedagógica habilitada, sem contar om apoio do professor especializado, e redução de alunos por turma. Quanto ao espaço físico da sala de aula, questões como tamanho ambiente arejado, bem iluminado, organização das carteiras, acessibilidade arquitetônica, conservação e presença de materiais pedagógicos são aspectos a serem considerados em sua organização.




terça-feira, 11 de abril de 2017

A ÚLTIMA PÁSCOA E A SANTA CEIA

14  -   A PÁSCOA  - Êxodo 12 "A instituição da páscoa" - Mateus  26:2,17 festejavam a festa dos pães amos(sem fermento), juntamente com a páscoa(sacrifício de carneiro ou cabrito, e o sangue usado para marcar as casas que seriam salvas) = celebração porquanto Deus os guardara, quando feriu os egípcios de morte. Libertando-os assim do Egito.
Lucas 22:7 Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. - Lucas 22:8 E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. - Lucas 22:15,16 E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;
Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. - E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;
Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus.
Lucas 22:17-20 E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós. Então, assim foi instituído a Santa Ceia. Ver título do capítulo Lucas 22:7 " A ÚLTIMA PÁSCOA - A SANTA CEIA" . Porque já o Cordeiro foi sacrificado. Ele Mesmo Se fez Cordeiro. Ele é o último cordeiro. Então fazemos a simbologia, a lembrança, com a Santa Ceia nos deixada, e não sacrifiquemos mais .


15  -   A ÚLTIMA PÁSCOA, A SANTA CEIA - Mateus 26:17,26,27,28 -Marcos 14 -Lucas 22 - A última páscoa: a santa ceia (simbolicamente, o pão partido, o Corpo, e o vinho no mesmo cálix, o Sangue de Jesus)  = Lucas 22:16 ,19 daí em diante Jesus nos deixou o mandamento da santa ceia ("fazei isso em minha memória."), porque não comereis mais de sacrifício pelo pecado = porque o último sacrifício pelos pecados da humanidade seria o Seu(de Jesus). O Senhor Jesus foi sacrificado para que todos sejamos livres da escravidão da morte pelo pecado. E todo aquele que for batizado no seu sangue será salvo (simbolicamente é usado a água do batismo) = Marcos 16:16 Mateus 24:13 - Romanos 10:9 = Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.
- A Santa Ceia é Santa, porque o Senhor que é  tudo ao mesmo tempo: o Cordeiro, o Pão, o Vinho, é Santo.

-Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido.
Mateus 26:24
Judas comeu a Ceia do Senhor, e não se examinou, não se arrependeu, não voltou atrás, não se redimiu, foi levando de qualquer maneira. Continuou com seu plano de entregar o Senhor,  ficando assim sempre em pecado. Depois de ter traído o Senhor, foi se enforcar, para a sua própria condenação. Porque não creu, não esperou no Senhor para o perdoar.
-Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.
Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.
Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. (porque vão levando de qualquer maneira e muitos que estão já dormindo no pecado)
Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos (examinássemos), não seríamos julgados.
Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
1 Coríntios 11:27 a 32
= Examine e arrepende e conserte-se.
 -Lucas 14:16 – A Grande Ceia. Fala da grande ceia que era preparada para um povo de uma sociedade, no caso representando os judeus, aos quais eram os convidados .  Mas como eles não quiseram participar da ceia (da salvação pelo Senhor Jesus), o Senhor convidou a outros povos.  
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MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS
-Numa sexta-feira -----Mateus 26:2 Jesus conversa com os discípulos. E diz que a páscoa seria dois dias depois. (a Páscoa Dele com os discípulos, foi quando Judas o entregou).
-Marcos 14:1-2 - os principais dos sacerdotes tramando para matar Jesus . 
- Lucas 22:1 e Judas vai ao encontro dos que queriam matar Jesus.
-- Lucas 22:7 - No domingo --- (dois dias depois da sexta-feira, fizeram a Páscoa Jesus e os discípulos) - e era o 1º dia da festa dos pães asmos. Quando sacrificavam a Páscoa. 
Mateus 26:17 e Mateus 26:20 E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze.
-Mateus 26:31 Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim;...Mateus 26:34 Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. 
Deuteronômio 16:4 ... também da carne que matares à tarde, no primeiro dia, nada ficará até amanhã. v6 ... ali sacrificarás a páscoa à tarde, ao por do sol, ... v16 Três vezes no ano todo o varão entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher na festa dos pães asmos, ...
-Segunda-feira --- 2º dia da festa dos pães asmos. --- Quando Jesus foi entregue. De madrugada, que ainda fazia parte da noite de domingo, do dia da Páscoa.
Mateus 26:61 na casa do sumo sacerdote Caifás(ou seja primeiro a Anás porque era sogro de Caifás).
-Terça-feira --- 3º dia dos pães asmos. ---- Mateus 27:1 E, chegando a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo, formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; João 18:28 Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. 
-levaram a Pôncio Pilatos
-levaram a Herodes
-Herodes mandou para Pilatos=
-Quarta-feira - João 19:14 E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta (que começa ao meio dia às três horas da tarde); e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei. (Pilatos disse ao povo, portanto Jesus ainda estava vivo e ainda não estava na cruz). - 4º dia dos pães asmos.
-Quinta-feira - Marcos 15:33,34 ---- distância de Jerusalém à caveira??? - 5º dia da festa dos pães asmos --- E era já quase a hora sexta (que começa ao meio dia as três horas da tarde), e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol; E rasgou-se ao meio o véu do templo. E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou. E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo. E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos. Lucas 23:44-48 Mateus 27:45 E desde a hora sexta (que começa ao meio dia as três horas da tarde) houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona(que começa às três horas da tarde até as seis horas da tarde). Mateus 27:46 E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
-Marcos 15:42 -- E, chegada a tarde(daquele dia de quinta-feira), por quanto era o dia da preparação(por quanto começava o dia de sexta-feira (à noite, ao por do sol). - Então na noite de quinta-feira já fazia parte do dia da preparação (da sexta-feira, isto é, a véspera do sábado) - João 19:42 Ali, pois (por causa da preparação dos judeus(a sexta-feira), e por estar perto aquele sepulcro). Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação. - João 19:31 = Ou seja na sexta-feira, que começava ao por do sol de quinta-feira a qual começava ao por do sol de quarta-feira.Bíblia. -- Jesus foi preso. Os guardas o esbofetearam, chutaram e cuspiram em seu rosto. Ficou horas sem dormir e sem comer. Muito debilitado, portanto. --- Ainda foi submetido a cerca de 120 acoites, tortura que antecedia a maioria das execuções romanas na cruz. Os açoites atingiram sobretudo a região lombar e perfuraram a pele, traumatizando os nervos e os músculos. No meio das costas, a flagelação levou à ruptura dos alvéolos, as estruturas que retêm o ar nos pulmões. Jesus mal respirava e teve acessos de vômito. --- Despido, Jesus foi amarrado a um tronco vertical de costas para os soldados. O chicote usado nesse tipo de tortura era o flagrum, que contém nas pontas ossos de articulações ou esferas de chumbo para intensificar a dor. --- Jesus carregou o tronco, que pesava de 22 a 27 quilos. O caminho era de terra e cheio de buracos. O esforço, associado à agressão do acoitamento, pode ter causado um derrame na pleura (a membrana que reveste os pulmões). Quando isso ocorre, é enorme a dificuldade para respirar. Os pregos utilizados na crucificação eram de ferro, com cerva de 12 centímetros de comprimento. Eles perfuraram o nervo mediano do antebraço, provando uma sensação intensa de queimadura. A dor é tanta que pode causar vertigens. Sem assistência, em poucos minutos, a maioria dos pacientes com perfuração no nervo mediano entra em estado de choque. --- Numa crucificação, os pés costumavam ser pregados da seguinte forma : dobravam-se os joelhos da vítima de modo que as solas ficassem estendidas, rentes à madeira – Os pregos atingiam os nervos plantares dos pés. O efeito é o mesmo que o sentido nas mãos; dor lancinante e intermitente. A flexão dos joelhos causa em cerca de dez minutos, câimbras e adormecimento das pernas. --- Há duas prováveis causas da morte de Jesus : asfixia e choque hipovolêmico – Asfixia : os braços erguidos imobilizam o peito, dificultando o mecanismo respiratório, especialmente à expiração. – Choque hipovolêmico : A violência provocada tanto pelo açoitamento quanto pela imobilidade na cruz leva a uma queda do volume sanguíneo circulante, o que causa a falência de múltiplos órgãos. – Fontes : WilliamEdwards, patologista da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, Frederick Zugibe, médico legista da Universidade Columbia, também nos Estados Unidos e Cícero Vaz ,fisiatra. – Revista Veja 04 de Abril de 2012. E sua pernas não foram quebradas, porque constataram que ele já estava morto. E para que se cumprisse o que foi dito na Escritura. E Jesus precisava daquele corpo normal para a aparição aos apóstolos. Tanto é que testemunharam os buracos dos pregos em suas mãos !!!! Salmos 34:20 " Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra." e João 19:36 "esta aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: Nenhum dos seus ossos será quebrado."
Jesus foi sepultado perto ou depois do pôr do sol, pelo calendário judaico = na quinta-feira depois do pôr do sol (primeira noite), a quinta-feira de dia (primeiro dia), sexta-feira noite depois do pôr do sol (segunda noite), sexta-feira de dia (segundo dia e 6º dia dos pães asmos), sábado depois do pôr do sol (terceira noite), sábado de dia (terceiro dia). Porque depois do por do sol de sábado, já faz parte do primeiro dia da semana, que é o domingo. 
Não sabemos exatamente quando Ele ressurgiu, mas sabemos que foi antes do nascer do sol do domingo, portanto fazendo parte do dia terceiro e ao mesmo tempo fazia parte do domingo, que já é o quarto dia(o primeiro dia da semana). (João 20:1, Maria Madalena veio “de madrugada, sendo ainda escuro”, e a pedra havia sido deslocada, e ela, encontrando Pedro, disse: “levaram o Senhor do sepulcro”) de modo que Ele pode ter ressuscitado bem cedo, logo depois do pôr do sol, sábado à noite, que começou o primeiro dia da semana dos judeus e que já faz parte do domingo também. Ou nesse período de noite.
Ele foi sepultado perto ou depois do pôr do sol na quinta-feira, que começou o dia de sexta-feira no calendário judaico (de modo que a noite de quarta-feira, faz parte do dia de quinta-feira e a noite de quinta-feira faz parte do dia de sexta-feira).
-Lucas 23:54-55-56 - E era o dia da preparação(sexta-feira, que começa ao por do sol de quinta-feira), e amanhecia o sábado(que começa no por do sol de sexta-feira. -- no dia preparação,(na sexta-feira) as mulheres foram ver onde era o sepulcro e voltaram para preparar os unguentos. E no sábado descansaram (A páscoa dos judeus - o 7º dia dos pães asmos).
-domingo = Mateus 28:1 E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. Mateus 28:2-6 E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos. Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. = Quando o anjo revolveu a pedra os guardas viram e desmaiaram e elas chegaram e viram que Jesus não estava mais lá.
-“ E eis que no mesmo dia (no mesmo primeiro dia da semana)” - os discípulos que andaram com Jesus no caminho de Emaús (Lucas 24:13). Os discípulos, que não reconheceram Jesus, fazem a Ele o relato de sua crucificação (24:20) e dizem que “é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram” (24:21). A partir da quarta-feira à noite,momento do sepultamento de Cristo, que inicia a quinta-feira judaica (então devem ter contando como que na quinta-feira, porque ela fazia parte da quarta-feira). Eles contaram a partir do dia que Jesus já estava sepultado (a partir do dia de quinta-feira até domingo que também começa ao por do sol de sábado). Dando assim três dia também.
-Em um plano maior, não é tão importante saber em que dia da semana Cristo foi crucificado. Se fosse tão importante, então a Palavra de Deus teria claramente nos comunicado este dia. O que é importante é que Ele morreu, e que Ele, fisicamente, ressuscitou dos mortos. O que é igualmente importante é o motivo por que morreu: para levar a pena merecida por todos os pecadores. João 3:16 e 3:36 proclamam que crendo, ou colocando sua confiança Nele, temos vida eterna! E Ele veio em forma humana para nos mostrar que é possível como humanos vencermos esse mundo de pecado.
-O véu do templo rasgou, se abriu. Porque antes de Jesus só os sacerdotes podiam entrar no santuário para falar com Deus. E quando no sacrifício da cruz, rasgou o véu do templo, ou seja Deus nos deu a oportunidade de todos entrarem no santuário para falar com Deus, isso através de Seu Filho Jesus CRisto. Bíblia.